Eu sou assim
Como todo ser humano
Tenho defeitos e virtudes
Procuro um amor sem fim
Luto pela vida em sua plenitude
Pois acho na luta um meio para atingir a vitória
Adoro a liberdade
E, por isso, às vezes sou alheia à vida
Tenho sempre um objetivo a ser alcançado
E por mais que esteja cansada
E o caminho seja cheio de obstáculos
Nunca desisto por nada...
Vivo por um sonho
Amo a liberdade
Luto para atingir meus objetivos
Tropeço mas me levanto
Porque vejo nos erros
Uma fonte inesquecível de assimilação
Eu sou assim...
Livre, presa
Triste, alegre
Persistente e, às vezes por frações de segundo
“derrotada”
“Eu penso, logo existo”
Sou só sentimentos
Eu sou assim...!

Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. Acho graça onde não há sentido. Acho lindo o que não é. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, o mundo continua rodando, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, existem coisas que não precisam ser explicadas. (Pelo menos para mim).
O que importa é o que faz os meus olhos brilharem, o coração bater forte, o sorriso saltar da cara. Eu acho que as pessoas são sempre grandes e às vezes pequenas, igual brinquedo Playmobil. Enxergo o mundo sempre lindo e às vezes cinza, mas para isso existem o lápis-de-cor e o amor que a gente aprendeu em casa desde cedo. Lembra?
Tenho um coração maior do que eu, nunca sei minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada).
Coragem eu tenho alguma. Mas medo...eu também tenho alguns. Tenho medo de perder alguem de kem gosto, tenho medo de na ser livre, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos entram e saem, nunca sei aonde fui parar. Mas uma coisa eu digo: eu não páro. Perco o rumo, ralo o jo
1ffc
elho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo.
Pois é vite poucas vezes :( e as poucas nem falamos mt :(
Bjx